quarta-feira, 30 de junho de 2010

Versão 12.05.2010 de 16.10.2000

Precisei de você hoje. É, de repente. Do nada pensei preciso de você hoje!

Quase entro em pânico! Por pouco acreditei na necessidade que senti de ti. Quase toquei essa sensação estranha. Falta esquisita. Sem lógica.

Voltei a mim e imediatamente procurei nos olhos das pessoas ao meu redor algum indício que as tivesse feito perceber a minha necessidade repentina de ti. Para minha alegria ninguém percebera.

Então saí... Despercebidamente estranho.


(É uma luta danada essa a de desgostar de alguém. Foi assim esse dia; já fazia tempo que tudo acabara, mas como uma onda de calor ou de frio, uma queda de pressão ou calafrio de espírito nos rondando, senti falta do que não tinha mais, do amor então quebrado, ferido. Sabe ferida cicatrizando? Se deixar quieta tudo parece estar no lugar, mas basta esbarrar, encostar acidentalmente em algo que a dor do corte levanta do sono irritado por ter sido acordado. Foi bem assim. Nem lembro o que me despertou a lembrança. Sei apenas que tive de juntar força para suportar a falta e ninar a saudade até fazê-la dormir novamente, sem que ninguém percebesse) - 21/06/2011.

2 comentários:

Ana Paula Donate. disse...

Ei, psiu, vem me visitar?

Brilho da Lua disse...

Quantas coisas se passaram por aqui nesses meus dias frios de ausência...
Precisar de alguém é algo tão divinamente bom. que deveria ter dito ao invés de sair despercebido.
Beijoks