domingo, 27 de novembro de 2011

16.06.2011

Meu verbo é como cachaça: eu colho as palavras aqui dentro, para moer seus sentidos. Depois fermento em oração a dor ou alegria do momento, destilo no papel e deixo amarelar. Passado o tempo, leio com calma, degustando cada palavra, lembrando... Se der ressaca, não presta!

Um comentário:

João N. Guimarães disse...

Eu tenho um caderninho que levo comigo pra quase todos os lugares que eu vou. Eu escrevo tudo à mão e quando dá vontade eu posto no blog. Mas não posto tudo. Algumas poesias somente escrevo pra mim. Sempre começo o poema pelo verso/esrofe final. Quando é prosa eu geralmente escrevo no pc mesmo. Algumas poesias nascem quando eu tô na internet aí eu já posto direto no blog.

@post. Bela metáfora, sempre com suas minimalistas