quarta-feira, 13 de junho de 2012

17.01.2012

É tão tarde mas ainda há tempo
O sono chega tão lento
Que eu converso com o silêncio
A casa parada, nem sombra sai do lugar
Quero um anjo para ninar
Vem chegando a calma
Depois de tanto desperdício
Olhos fechando devagar
Que nem percebo assombração
Cortina descendo vagarosa
Deito leve entre bocejos
E abraço lento a escuridão

Um comentário:

Autora escondida disse...

Você é muito querido. Nem sempre consigo responder seus comentários, mas estou sempre ali, lendo, ficando feliz a cada vez que sei que sou lida. Lindos poemas, os seus. Como sempre, saio daqui arrepiada!
Grande beijo