quarta-feira, 25 de julho de 2012

Versão 25.07.2012 de 20.02.2012

Ela não sabia o que fazer para si própria, de tanto que fez pelos outros. Por isso reclamava de quem sabia e se entristecia. Foi minguando sem saber. Só os outros que viam. Ela talvez nem suspeitasse. Parece sem volta, talvez seja - volta-se?. Ela não parava para ela, nem andava. Ela não parava de buscar o que fazer para não descobrir que não sabia quem era. Ela não queria descobrir que era triste ou onde podia encontrar alegria!

2 comentários:

Gracita disse...

Vim ler esta delícias e te parabenizar.
“Ser escritor é ser o artista que interpreta a vida através da arte. E você faz essa interpretação com maestria”. Parabéns escritor!
Um abraço com ternura
Gracita
FELIZ DIA DO ESCRITOR!!!!!

Parole disse...

Boa noite, querido.

A natureza humana é um labirinto e é preciso coragem para encontrar a saída e poder respirar o alívio da felicidade. Um texto para refletir e muito!Maravilhoso!

Beijinhos.