domingo, 19 de agosto de 2012

Versão 04.09.2011 de 06.08.2011

Mais um gole e tudo ficará bem.
Remédio ardido em garganta gasta.
Essa gripe, Senhor, que não passa!
Será fome, será falta d'água?
E nesse sono torto, inquieto,
Acordo suado, lençol descoberto.
Queira Deus a calma no meu coração;
Porque se quando durmo, o sonho é pesadelo;
O remédio desce inteiro e então me deito
aos pedaços.
Se tornou morada esse meu leito.
E eu, hóspede permanente de cama
sem travesseiro.

2 comentários:

Gracita disse...

Um lindo dia pra você! “Um sábio disse que a nossa riqueza pode ser medida pela quantidade de amigos verdadeiros que temos. Obrigada por fazer parte da minha fortuna”. Tenha um domingo maravilhoso repleto de bênçãos, amor e paz.
Um abraço afetuoso recheado com o meu carinho.
Gracita

João disse...

Voltei, Reticente. Essa semana arrumo um tempo para te escrever. Não leve a mal, porque vai demorar, mas é que além de toda a semana pesada corriqueira que vou ter, os próximos e-mails serão extensos. Pois, como disse, há muito enredo pra pouco protagonista.



@poema

e essa falta de consolo? Cadê a atração, o magne-tismo?

Ou isso é somente aquela amargura casual?