domingo, 4 de novembro de 2012

19.02.2012

Eu não vou dormir agora
Se estou preso ao menos
me deixem o direito de
aproveitar meus segundos
nos cantos do cativeiro
Meus olhos pesam,
mas a cama não me atrai
Sou refém da escolha de
ficar, de vir. De não ir
para onde meu corpo pede
Testando os limites
da prisão voluntária
da decisão contrária
ao desejo de não me
envolver.

2 comentários:

Gracita disse...

Olá amigo.
A decisão mais sábia é libertar-se das correntes desse cativeiro. Não existe nada mais sublime do que a liberdade. Um domingo maravilhoso
Abraço com meu carinho
Gracita

Autora escondida disse...

Adoro receber suas visitas. Sempre me deixam muito felizes. Meu leitor mais ávido ;)

Seus textos estão maravilhosos, como sempre. Você tem muito talento. Me traz alegria vir aqui!

Grande beijo!