domingo, 3 de março de 2013

Trecho de 03.06.2012

A estrada não é visível em sua completude. Mas é possível saber sua infinitude, basta olhar sem medo para o horizonte onde ela parece terminar, afunilando, duas linhas paralelas se encontrando, ali bem ali ela está apenas começando, no infinito as coisas não acabam, permanecem em transformação. O que vem agora é o infinito, o instante exato do encontro das linhas, o recomeço...

Palmeira dos Índios/AL, 2010.

Um comentário:

Parole disse...

Também acredito que nada acaba, mas sim se transforma.Fez lhe bem viajar... Voltou inspiradíssimo.

"Aos céus pronuncio, senão o meu nome..." Porque só posso falar em meu nome... porque só eu sei de mim...

Beijinhos, querido e uma linda semana.