quarta-feira, 10 de julho de 2013

Versão 10.07.2013 de 23.02.2012

Um grito para me libertar de mim, será que resolve?! Um grito, um susto, uma pressão, uma obrigação, uma corrida; eu peço, o que quer que seja, para domar todo esse meu instinto confuso e palerma, todo esse meu talento para o que me desvia de um caminho mais útil e produtivo. Um balde de água fria para me acordar desse torpor insano, desse eterno adiamento do que devo fazer. Um choque, um chute, um murro, uma ameaça; seja lá o que for, mas seja para me sacudir e arregalar os olhos e fazê-los ver além do que me cega e me acostuma.

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