quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O que faltava de 13.10.2012

Desperdiço o tempo economizando intensidade de viver. Estendo os compromissos para condensar fúteis desejos. Adio o aprendizado, demoro a me organizar, deixo o tempo passar, escurecendo os azulejos e acumulando manchas nos tapetes.


(Triste sensação a de que pouco disso tudo mudou. Fiz-me refém da minha inabilidade de otimizar o tempo da minha existência e sempre que me lanço ao desafio de mudar a situação, flagro-me diante de novas manchas de improdutiva ociosidade) - 16.03.2014.

Um comentário:

João disse...

As cáries nos dentes nunca diminuirão. Alguém tem que escondê-las ou elas engoliriam o mundo.

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Estou trabalhando no nosso projeto. Percebi que a vida é curta e esse fato é imutável, mas a forma com que uso meu tempo é completamente mutável e eu estou trabalhando com essa ideia. Estou dedicando bocadinhos do meu tempo com vossa senhoria. O distante irmão. Não de sangue, mas de palavras.