domingo, 15 de setembro de 2013

ponto de fuga*

Olhando o nada-mundo
encontra-se um "eu"
tão profundo, que
todo cuidado é
pouco, ainda mais
quando para tudo
nesse mundo-nada
exige-se troco.

Com palavras-pás
um "eu" tão profundo
cava covas rasas e
se enterra, esperando
perderem-no de vista.
E se não fosse um
"quase", quase
as pás não seriam
lidas.


* Projeto RR. Releitura de 16.04.2012 (ponto cego) em 13.09.2013.

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