quarta-feira, 27 de novembro de 2013

04.02.2013


Noite dos Tambores Silenciosos - Recife/PE (11.02.2013)

Meu deus, 
só penso em purpurina!
Meu deus, 
cadê mais serpentina?
Meu deus, 
agiliza esses dias,
mas freia antes da quarta de cinzas.
Meu deus talvez não seja de folia,
mas por favor, não me nega essa
alegria!

Série "Parabolicamará" - 7/10

10.06.2013

Série "Parabolicamará" - 6/10

04.08.2013

domingo, 24 de novembro de 2013

17.09.2013

Senhor, tenha calma.
Seja paciente com todos
esses seus entes queridos.
Entenda que apesar
do sangue em comum,
há diferenças gritantes.
E a única maneira
de transpô-las
é aprendendo a lidar
não com o que os separa,
mas com o que os une.
Senhor, tenha amor
antes da certeza.
Tenha paciência,
antes da razão.

Série "Parabolicamará" - 5/10

30.07.2013

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

10.03.2013

Deixo a saliva
em seu corpo
Deixo a mordida
a marca, a ferida
Deixo a saudade
e parto
despedaçado
no vazio
do seu egoísmo
de me ver partindo
e não querer
vir comigo.

Série "Parabolicamará" - 4/10

05.05.2013

domingo, 17 de novembro de 2013

03.11.2013

Vá dia de domingo
Vadia de domingo

Série "Parabolicamará" - 3/10

15.04.2013

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Germinando*

Vara o silêncio
esse pelo
escondido dentro
da minha cara
desconsolada
noite à fora


* Projeto RR. Releitura de 03.05.2013 (Jardim Seco II) em 12.11.2013.

Série "Parabolicamará" - 2/10

13.06.2013

domingo, 10 de novembro de 2013

Série "Parabolicamará" - 1/10

04.08.2013

Versão 10.11.2013 de outro trecho de 26.12.2011

E não é porque tudo ao redor está caindo que quando alguém levanta a voz, escreve, canta ou apenas olha no olho sorrindo sem sorrir, isso é mentira ou mediocridade, porque pode ser verdade, porque temos tanto rodando aqui dentro, e o tempo todo, que uma hora ou outra esse desejo de tudo melhorar aflora e sai quase sufocado, mas feliz por vazar!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Em queda

03.11.2013

Versão 06.11.2013 de 14.08.2013

Sacudo as mãos sobre a cabeça como quem espanta insetos ou talvez mesmo morcegos. Sacudo-as na esperança de afastá-los de mim - não os insetos ou morcegos, mas os pensamentos. Sacudo as mãos, a cabeça, buscando um jeito de me distrair, de me confundir e, como quem engana um vigilante, sumindo, desaparecendo de sua vista para finalmente poder relaxar mais os ombros, afundar o corpo na cama com calma, no chão, na cadeira, sem pesar, sem tensão. Sacudo-me inquieto na esperança de encontrar a melhor posição, a melhor postura, o "melhor" corpo. O corpo sem depois.

domingo, 3 de novembro de 2013

Versão 03.11.2013 de 10.03.2011

É sempre bom mesmo ver riso brotar de lábio seco;
Desarmar uma alma por graça impensada,
não tem preço.