domingo, 4 de maio de 2014

Versão 04.05.2014 de 08.03.2014

Entendo, o tempo nos é indiferente. Por isso mudamos nós. E hoje tenho olhado para ele não como algo que destrói, embora ele possa fazer isso também. Tenho visto o tempo mais como um solo fértil, uma oportunidade (ou várias delas), como adubo que possibilita a planta crescer. Tenho reparado menos as mordidas que ele tem me dado, menos os pedaços arrancados e mais o que tenho levantado com o tempo que tenho passado vivo. Não sei se me sinto decidido exatamente; acordado e atento é mais próximo do que ocorre comigo nesse momento!

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