domingo, 22 de junho de 2014

22.06.2014

O tempo não para de chegar,
tem dias que ele chega para nos matar.
Tem vezes que quem escorre morto é ele.
Às vezes tudo isso é um grande desserviço.
Mantenha-se inteiro, te peço já gasto...
Mesmo no meio de tanto rumo despedaçado
uma hora corta-se o medo para ver sangrar
um novo caminho, um novo espaço.

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