domingo, 6 de julho de 2014

06.08.2012

Quando é para optar sempre deslizo para o fugaz... Tem tanta culpa em mim que já me acostumei a errar. Não é medo de ser punido, mas de nunca me perdoar, medo de não ver essa sensação de sempre tomar a escolha mais imbecil nunca se afastar. Sempre e nunca, sou extremista, minha vida, meu desejo de vida, minha ideia do viver é tão reta e previsível, maniqueísta e egoísta. Meu olhar é leigo e facilmente conduzido ao fútil e idiota. Devo cheirar à sujeira mesmo sorrindo, apesar da meiguice. Não sei me dar rédeas, desejo-as fervorosamente, mas ando e ajo tão insanamente que esqueço de me censurar, extrapolo e depois me pergunto "por que?". Como por que?! Como pudera não ser, se só desperto depois do tempo gasto com o efêmero?!

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