quarta-feira, 20 de agosto de 2014

01.07.2014

Aguardo meu diagnóstico ansiosamente. Quem o dará? Quando os sintomas se revelarão? Quando me darei conta de que talvez eles já estejam evidentes, apesar de sutis? Quem há de me dizer que certas manias ou indisposições, alterações ou desvios, coceiras e agonias já não são a morte me lanchando recheado por um mal lento e fatal? Não é possível ser o único são. Quais minhas chances de passar impune diante de um quadro nada inspirador? Como não pensar que serei o próximo a me deteriorar por ser como sou?

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