domingo, 1 de março de 2015

18.06.2008

Deixei meu nariz de palhaço guardado na bolsa, para o caso da gente se encontrar de repente, vai que a gente se esbarra... Tem algo na sua voz e no que você me conta sobre você que me soa com um ar de ingenuidade e isso me amedronta. É algo que não sei explicar exatamente, mas é dito de uma forma que eu...
De repente caiu a ficha de que todo cuidado é pouco e o que se há de fazer é não deixar de falar, ainda mais quando o que nos sustenta basicamente são as palavras. Mas do que nós estamos falando realmente? O que deve ou não ser dito? Como dizer e ser compreendido? O que existe em nossos silêncios?!

2 comentários:

Ricardo Monteiro disse...

As vezes o silencio é melhor. Palavras só serão palavras se as atitudes não demonstrarem nada...

Boa noite, abraços.

Gyzelle Góes disse...

Existe tanto, tanto, impossível dizer