quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

06.12.2015

Sou de esperar, carrego no peito uma coisa de pensar que algo bom está sempre para acontecer. Não acontece, claro, mas desejo calado e quase realizo. Nisso da vontade tensionar em silêncio dentro do peito, ofego, transpiro, dilato as pupilas e pisco até cansar e dormir. No dia seguinte, quem sabe, desespero até alcançar.

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